

So LivreSó (Livre)So Livre
O meu anjo da guarda morreu há muito Sim, fui eu quem assim o quis As suas asas deixavam-me encoberto Por isso matei-o e finalmente o desfiz
Ele tinha-me oferecido protecção Incómoda como uma torneira Pingando a noite inteira
Proporcionou-me Luz, mas uma luz de neón E com uma cortina de madeira Escondia-me a janela verdadeira
Proteger é impor um limite decretório Eu decido se quero ascender ao Céu Ou se quero afundar-me no Purgatório E foi por isso que matei esse anjo
Sem titulo